O BANCO E O RIO DE ALIMENTOS

 

AGO/2001

 

Após quase um ano do lançamento do Banco de Alimentos, período de muito trabalho, intenso esforço e persistência em todos os aspectos, mas, principalmente, no convencimento de empresas do ramo alimentício a participarem da construção do que, hoje, decorridos 9 meses do seu lançamento, começa a ter forma consistente, os resultados do empenho, da dedicação e do esforço empreendidos pela equipe do Banco começam, agora, a frutificar com toda a força e beleza da semeadura em campo fértil cercado de todos os cuidados para que a colheita seja proveitosa, farta e contínua. Os frutos começam a surgir com abundância, como já se esperava. Com isso a obra cresce, ganha pernas de gigante, caminha a passos largos, reclamando agilidade e respostas rápidas e, como conseqüência natural, o trabalho aumenta.

 

Para se ter uma idéia, durante o período de atividades do Banco, desde o seu lançamento em Dez/00, em março, mês de melhor desempenho no recebimento de doações, coletamos um total de 16 toneladas de alimentos. Somente neste mês (Ago/2001) demos um considerável salto no recolhimento que monta em 22 toneladas, superando, assim, em 9 meses,  a marca de 120 toneladas estabelecida como meta para o 1º ano de funcionamento do Programa, já que, até a presente data, recolhemos 126 toneladas.

 

E o trabalho continua... –  campanhas, eventos, shows, palestras, novos contatos, atividades voluntárias, simpósio, tudo deslancha e com respostas muito positivas no que se refere ao objetivo primeiro da Atividade, que é o necessitado. Temos, hoje, 32 instituições assistenciais, dentre as quais, asilos, creches, orfanatos, abrigos, casas de assistência a adolescentes, a crianças com câncer e com deficiência visual.

 

Mantemos uma lista de espera que, ora, relaciona 41 instituições no aguardo de cadastramento. Para que possamos credenciar novas instituições é preciso estabelecermos novas parcerias, uma coisa está diretamente relacionada à outra. Não podemos enviar alimentos às instituições se não os recebemos das empresas. É exatamente aí que reside o nosso maior esforço no sentido de que o Rio de alimentos possa continuar fluindo perene em seu curso para abastecer aqueles que necessitam.